Eduardo Mello esclarece dúvidas sobre transição de carreira.

O consultor explica que a transição ocorre por decisão própria e pontua os sinais para o trabalhador entender que chegou a hora de mudar e dar outros passos.

De acordo com Eduardo Mello, CEO do Grupo Melza, consultor e desenvolvedor de carreiras, o mercado mudou muito nos últimos anos e a relação com o universo corporativo também. Ele ressalta que na atualidade é difícil ver um funcionário de carreira, pois os fatores econômicos do Brasil são responsáveis pela transição de emprego e muitas vezes de profissão.

“Seja por vontade própria, (in)satisfação, desilusão no trabalho ou desemprego, é cada vez maior o número de pessoas que buscam caminhos diversos para seguir no mercado”, conclui.

Eduardo explica que quando se está em uma situação de desconforto profissional é necessário parar tudo, repensar sua posição, separar desejos, necessidades e propósitos. Ele ainda disse que é necessário analisar e planejar com base no momento do mercado e aí sim tomar uma decisão, pois é importante manter o rumo desse planejamento e seguir de forma focada. E que o desemprego atualmente é o maior fator para essa transição.

“Em caso de desemprego, nós temos que colocar na balança se buscamos sobrevivência ou qualidade de vida. É neste ponto que a transição se torna preocupante e o foco muito necessário para não nos perdermos. A idade pesa muito nessa situação, a geração Y (entre 25 até os 40 anos) tem uma possibilidade maior de relocação, porém o mercado costuma ser ingrato com quem está acima desta fase”, explica ele.

O CEO do Grupo Melza ainda ressalta, que abrir um pequeno negócio com poucos recursos é a melhor opção para o sustento pessoal e familiar até uma relocação ou mesmo prosperar nesta opção temporária. Ele ainda explica que a transição ocorre por decisão própria é necessário ter em mente que a “pressa é inimiga da perfeição”, raramente você terá sucesso logo de cara. E que nos três primeiros anos de mudança, 70% das pessoas desistem e acabam voltando para a antiga atividade, (ou fica perdido mudando de carreira a cada momento).

“Apenas 30% conseguem adaptação rápida. Problemas devem ser vistos como oportunidades, desafios. Tenha sempre em mente que a grande barreira para qualquer tipo de transição de carreira é o medo. Quando aprendemos a lidar com ele, fazer um planejamento e saber manter o foco a chance de encontrar o sucesso e felicidade é enorme”, pontua Eduardo.

Leia em: Ego Brasil , Acontece Sul Flu , Blog Jornalista Denise Machado,


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